9 Junho - Dia Nacional da Imunização

O Dia Nacional da Imunização, comemorado neste sábado (9), é um lembrete da importância das vacinas. Os feitos alcançados pelas imunizações representam um dos maiores avanços em saúde pública já conquistados pelo homem. O Brasil pode se orgulhar de ter um dos melhores programas públicos de imunização, com coberturas vacinais que são referência em todo mundo.



Todas as vacinas disponibilizadas no País são consideradas seguras e eficazes. Eventuais reações, como febre e dor local, podem ocorrer após a aplicação de uma vacina, mas os benefícios da imunização são muito maiores que os riscos dessas reações temporárias.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi pensado para coordenar todas as ações de imunização que eram feitas de forma descontinuada e menos abrangente. Hoje, é referência mundial.


Em mais de 36 mil salas de vacinação em todo o País, o PNI distribui, por ano, cerca de 300 milhões de imunobiológicos: 27 tipos de vacinas, 13 soros e 4 imunoglobulinas.

Com o investimento em imunização, há economia em tratamentos das doenças cobertas pela vacinação, além dos possíveis reflexos causados por elas. Sabemos que a saúde anda de mãos dadas com a educação e é somente através dela que poderemos transformar a realidade da saúde do mundo.

Desde 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, vacina gratuitamente com todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial de Saúde (OMS)

Em 1977, o primeiro Calendário Nacional de Vacinação trazia como obrigatórias quatro vacinas no primeiro ano de vida: a Bacilo Calmette Guerin (BCG), contra tuberculose; a vacina oral poliomielite (VOP); a vacina Difteria, Tétano e Coqueluche (DTP); e a vacina contra sarampo.


Atualmente, o Brasil é um dos países que mais oferece vacinas em todo o mundo e, entre 2002 e 2012, a cobertura vacinal média chegou a 95% para a maioria das vacinas do calendário infantil e em campanhas.

Em 2018, o calendário oferece 19 vacinas gratuitamente à população -- todas as recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) -- como BCG; HPV (vírus do papiloma humano); Pneumocócica, contra pneumonia; Febre Amarela; VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral poliomielite); Hepatite B; Penta (vacina adsorvida difteria, tétano, Hepatite B (recombinante), Haemophilus influenzae b (conjugada) e pertussis); Rotavírus; Hepatite A; Tetra viral (varicela (catapora), sarampo, caxumba e rubéola); Tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); Dupla adulto (difteria e tétano); e dTpa (difteria, tétano e coqueluche).


Vacinas são apenas para crianças?

Apesar de as crianças tomarem vacinas para ter imunidade contra doenças que o organismo não está preparado para combater, jovens, adultos, gestantes, viajantes e idosos precisam também seguir o programa de vacinação.

Algumas doenças podem atingir qualquer faixa etária, como o tétano, por exemplo, que se previne com a vacina a cada 10 anos.

Vacinas como a da hepatite B e da rubéola devem ser tomadas na adolescência, se não foram tomadas na infância.

A gripe e a pneumonia também podem ser evitadas com a vacina, importante, especialmente, para os idosos.

Pessoas que vivem em áreas de risco ou que vão viajar para determinadas regiões do Brasil ou do exterior também precisam estar atentos ao seu cartão de vacinação.



Principais campanhas

O Ministério da Saúde promove duas campanhas anuais de vacinação, junto com Secretarias de Saúde de estados, municípios e Distrito Federal. São as campanhas da gripe, realizada no primeiro semestre, antecedendo o período mais frio do ano, e de atualização da Caderneta de Vacinação. Além disso, a cada quatro anos, todas as crianças menores de cinco são também alvo da campanha de vacinação contra sarampo.

A coordenadora do Comitê Científico de Imunizações da SBI, Lessandra Michelin, ressalta - “Lembramos que cada vacina tem sua recomendação de doses que devem ser seguidas para estarmos realmente protegidos contra doenças imunopreviníveis”.


Referências:

SBIM – Sociendade Brasileira de Imunização

http://portalms.saude.gov.br/acoes-e-programas/vacinacao


Texto enviado por:

Ana Luisa Pinto Guimarães

Pediatra

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